Viagem pelas ruas da amargura

"As viagens devem ser um instrumento à procura do fantástico,nunca o suporte de uma devoção complacente" - Baptista-Bastos

sábado, fevereiro 24, 2007

Exemplos do pior que há na fauna humana

Faria e Hameeda, duas irmãs de 18 e 20 anos, dormiam em Shahpur Chakkar, no Paquistão, sobre os sonhos da juventude quando quatro dos seus tios, maternos e paternos, lhes arrancaram as cabeças a golpes de machado. As jovens, consideradas “kari” (“mulheres negras”), tinham cortejado homens daquele povoado, e os tios “lavaram a honra” da família. Dois dos tios fugiram, os outros todos foram detidos.


Quarenta e seis países reunidos em Oslo comprometeram-se, esta semana, a impulsionar a proibição mundial do uso, venda e produção de bombas de fragmentação. Estas bombas são especialmente letais porque libertam uma grande quantidade de pequenas munições que não explodem necessariamente no momento do seu impacto, tornando-se numa espécie de mina terrestre. Israel usou-as recentemente, no Líbano. Os EUA não subscreveram a declaração, porque consideram as bombas de fragmentação “armas legítimas”.


José Luís de Jesús Miranda, líder da igreja Jesus Cristo Homem, de Porto Rico, pediu aos fiéis da Costa Rica que seguissem o seu exemplo e tatuassem num dos braços o sinal do Anticristo, “666”. O número da Besta figura, agora, nos braços de milhares de seguidores como uma espécie de senha de solidariedade e salvação.

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